Literatura

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015


Um Discursivo Feminino Possível: Pioneiras da Imprensa em Pernambuco (1830-1910). Elizabeth Santos Siqueira et al. – Recife Ed Universitária da UFPE, 1995. p. 193. 

ADALGIZA DUARTE RIBEIRO – Redatora e Colaboradora d’O Lyrio. Escreveu Cartas, Crônicas e Contos. Colaborou também com O ALTAR.
Contos: DEVANEIO O Lyrio, Ano 2, nº 3 Janeiro de 1903;
CONSUELO, O lyrio, Ano 2, nº4, Junho de 1903, dedicado a D. Amélia Romagueira.
              Crônicas: O SONHO, O lyrio, Ano 2, nº4, Fevereiro de 1903
A LITERATURA FRANCESA NOS SÉCULOS 17 E 18, O Lyrio, Ano2, nº 7, Maio de 1903;
                 OPNIÕES, O Lyrio Ano2, nº 11, Setembro de 1903, dedicado a D. Amélia de Freitas Bevilaqua;
                OPINIÕES, O Lyrio, Ano 2, nº 12, outubro de 1903.
Cartas: ÀS LEITORAS O Lyrio, Ano 2, nº 13 e 14, de novembro e Dezembro de 1903;

                 FLORIZA, O Altair, Recife, 21 de Fevereiro de 1906, Ano II, nº 1.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Perfil – Maria de Andrade


Perfil – Maria de Andrade


Maria das Dores Andrade, nascida a 29/02/1976 na cidade de Olinda/PE. É mãe de Claudio Rodrigo de Barros e Tiago Ricardo de Barros, escritora, pesquisadora, poetisa. Formou-se em letras na Universidade de Pernambuco, atualmente faz pós graduação em Literatura pela Universidade Católica de Pernambuco e Bacharelado em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco.
Autora do Livro “Palavras ao Vento” 2011 que está com uma nova edição pela Babecco em 2014.
Do e-boock “ The Wife” pelo site Amozon.com
Do folheto “Words in the Wind”
Das Antologias “Poesia e Vida” e “Bouquet de Desejo”
 É fundadora do Movimento Artístico Literário (MAL) e Sociedade dos Poetas Vivos de Olinda (SPVO).


Escreve nos blogs: poetisadeolinda.blogspot.com,  seguidoresdepaulofreire.blogspot.com, teoriaeliteratura.blogspot.com, http://www.movellas.com/pt/user/maria.de.andrade/movellas



Profile - Maria de Andrade


Mary das Dores Andrade, born on 29.02.1976 in the city of Olinda / PE. She is the mother of Claudio Rodrigo de Barros and Tiago Ricardo Barros, writer, researcher, poet. He graduated in letters at the University of Pernambuco, currently a post graduate degree in Literature from the Catholic University of Pernambuco and Bachelor of Philosophy from the Federal University of Pernambuco.
Book author "Palavras ao Vento" 2011 standing with a new edition by Babecco in 2014.
E-boock "The Wife" by site Amozon.com
Brochure "Words in the Wind"
Anthologies of "Poetry and Life" and "Bouquet of Desire"
  She is the founder of the Artistic Literary Movement (MAL) and Live Poets Society of Olinda (SPVO).


Write blogs: poetisadeolinda.blogspot.com, seguidoresdepaulofreire.blogspot.com, teoriaeliteratura.blogspot.com, http://www.movellas.com/pt/user/maria.de.andrade/movellas

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Poesia é forma de expressão literária que surgiu simultaneamente com a Música, a Dança e o Teatro, em época que remonta à Antiguidade histórica. Na própria fala - fruto da necessidade de comunicação entre elementos de uma comunidade primitiva  estam as raízes poéticas.
Essência da Poesia - Ensaístas e filósofos já se preocupavam então com a essência da poesia, numa tentativa de desligá-la da matriz onde fermentara com outras expressões, que também foram conquistando autonomia e passando, por características afins, à qualidade de gêneros. A poesia, ligada à estrutura da narrativa, é a expressão artística que mais tem discussões suscitado em relação à sua essência.
 
A poesia Lírica nasceu da fusão do poema épico com o instrumento que a acompanhava, a lira. As formas foram então se diversificando; variedades e novas técnicas surgiram, como: a ode, a elegia, os epitáfios, as canções, as baladas e outras mais que se desenvolveriam posteriormente como o soneto, e o madrigal.

quarta-feira, 23 de março de 2011

180 anos da Biblioteca Pública de Olinda



Por: Maria das Dores de Andrade

No último dia dez de dezembro de 2010, comemoraram-se em Olinda os cento e oitenta anos (180) da assinatura do decreto de fundação de varias bibliotecas, entre elas, a de Olinda. Que inicialmente teve seu funcionamento no convento Franciscano, para atender os alunos da faculdade de Direito de Olinda.
Cento e oitenta anos nos separam daquele dia, muitas mudanças ocorreram em nosso país, entre estas a queda do poder imperial, a instalação da república, e na república vários períodos de ditaduras e duas redemocratizações, mas, as condições de leitura e de produção literária continuam precárias.
Apesar do atual esforço empreendido pelo ministério da Cultura para Zera o déficit de municípios sem bibliotecas, tem sido prática comum, o fechamento de bibliotecas entre trocas de governos municipais. Uma prática que obrigou o ministro Juca Ferreira afirma que irá produzir uma portaria ministerial que proíbe municípios, sem biblioteca receberem verbas do ministério da Cultura.

Medita que pessoalmente acho mais que justa, haja vista, a utilização destas verbas, um município que nega aos seus moradores o acesso a leitura, não deve fazer bom uso de verbas para a cultura, já que, segundos estudos recentes publicados na revista Americana Science, que afirma: “Literalmente a leitura modifica o cérebro, estruturas são modificadas e reorganizadas para acomodar a nova atividade. O papel crítico da mente se desenvolve e logicamente vota-se melhor.
Portanto para certos políticos é na verdade um contra-censo investir em leitura. Podendo esta atividade tira-lhe as condições necessárias a sua reeleição. Preferem gastar o dinheiro da cultura em festas de ruas, pagando cachês astronômicos a bandas de música de gosto duvidoso, garantindo, assim, a produção de uma opinião massificada, a proliferação do desrespeito a figura da mulher. O batidão ainda garante sexo sem compromisso, produzindo filhos órfãos de pais vivos, desrespeito e mais exclusão.
Monteiro Lobato afirmou, que uma nação se faz com homens e livros. E eu afirmo, uma pátria verdadeiramente soberana se faz com, homens e mulheres críticos, leitura e produção de literatura democratizadas e bibliotecas abertas.
Em dois mil e nove fiz o meu trabalho de conclusão de curso na área de Letras, sobre o uso da poesia na sala de aula, dos muitos teóricos que visitei, alguns eram especialista em leitura, e ele são unanimes em afirmar, que a fruição literária garante ganhos significativos para a vida social e afetiva das pessoas, e é esta leitura que a biblioteca oferece diferente da escola.
Fechar bibliotecas em peno século vinte é um crime contra a nação, a cidadania e aos valores democráticos. Então se abram portas, paginas, palavras, para que todos possam fruir, ler, recitar, produzir. E tornar viva a literatura nacional através do movimento de leitura.  

HISTÓRICO – Foi no dia 07 de dezembro de 1830, época em que Olinda era a capital da província de Pernambuco, que foi criada, através de Decreto Imperial, a primeira Biblioteca do Estado, localizada no Convento dos Franciscanos. Depois de sucessivas mudanças de sede, a Biblioteca Municipal de Olinda foi instalada na casa de número 100 da Praça do Carmo, uma das mais antigas construções da cidade.
consulta 13/12/2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Resenha de: Christimas Carol by Charles Dickens


Por: Maria das Dores Andrade de Barros


Charles John Huffam Dickens nasceu em Portsmouth, 07 de Fevereiro de 1812 e morreu em 09 de Junho de 1870, foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, até aos dias de hoje, só aumentou. Apesar de os seus romances não serem considerados, pelos parâmetros atuais, muito realistas, contribuindo com a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. Entre os seus maiores clássicos podemos destacar "Copperfield” e "Oliver Twist".
O conto em questão trata-se de uma história moralizante sobre a avareza, o personagem principal se envolve com questões inacabadas de sua vida, para que assim possa ter um futuro diferente do que ele tinha construído durante sua vida.
No Primeiro Capitulo (Marley´s Ghost) o narrador nos apresenta o personagem principal Scrooge, seus vícios, sua vida, seu parente mais próximo, sua cãs e é ainda neste capitulo que o narrador dá inicio ao conflito narrativo. No Capitulo dois (The Ghost of Past Christmases) a narrativa foca o passado de Scrooge o Espírito do Natal Passado mostra as tristezas e frustrações do personagem, mas, como uma brisa de otimismo mostra também o amor de sua irmã por ele, seus primeiros anos de trabalho seu amor de juventude, amor este que ele trocou pela avareza. O capitulo três (The Ghost of Christmas Now) Traz uma mostra da conseqüência dos seus atos. No capitulo quatro (The Ghost of future Christmases fica clara a conseqüência definitiva de suas atitudes que envolve a morte, a solidão e a indiferença. E o pedido para que ele mude de atitude para com as pessoas. O quinto capitulo (The End of Story) traz ao leitor a mudança do personagem diante de tudo aquilo que lhe foi mostrado, e um final feliz, como é de praxe nas histórias de Dickens.
Um conto pedagógico com certeza, capaz de nos lançar a reflexão de nossas atitudes, podemos ver nele um esboço do que denominamos hoje de literatura Psicológica, haja vista, o recurso que o autor usa para garantir o enredo da história. Podemos comentá-lo a todas as idades, em especial as crianças, para que elas possam refletir qual é o verdadeiro conceito do Natal.

domingo, 24 de outubro de 2010

História da Língua Portugesa - Como tudo Começou

Podemos afirma que o surgimento da Língua Portuguesa está ligado ao processo de constituição da Nação Portuguesa. Para se afirmar como nação a Galiza região norte de Portugal, berço do chamado Galego português expandiu seu falar, uma das variações do latim vulgar (sermo vulgaris, rusticus, plebeius) que por sua vez era variação do latim clássico. Idioma do Império Romano que chegou a região através das invasões. Foi no século III a.C., que os romanos invadiram a região da península ibérica, iniciou-se assim o longo processo de romanização da península. A dominação não era apenas territorial, mas também cultural. No decorrer dos séculos, os romanos abriram estradas ligando a colônia à metrópole, fundaram escolas, organizaram o comércio, levaram o cristianismo aos nativos. A ligação com a metrópole sustentava a unidade da língua evitando a expansão das tendências dialetais. Ao latim foram anexadas palavras e expressões das línguas dos nativos. Dois século depois a península sofreu invasão de povos bárbaros germânicos ( vândalos, suevos e visigodos). Os novos conquistadores aceitaram a cultura e língua peninsular. Influenciaram a língua local acrescentando a ela novos vocábulos e favorecendo sua dialetação já que cada povo bárbaro falava o latim de uma forma diferente. Com a queda do Império Romano, as escolas foram fechadas e a nobreza desbancada, não havia mais os elementos unificadores da língua. O latim ficou livre para modificar-se. Mas as invasões não pararam por aí, no século VIII a península foi tomada pelos árabes. O domínio mouro foi mais intenso no sul da península. Formou-se então a cultura moçárabe, que serviu por longo tempo de intermediária entre o mundo cristão e o mundo muçulmano. Apesar de possuírem uma cultura muito desenvolvida, esta era muito diferente da cultura local o que gerou resistência por parte do povo. Sua religião, língua e hábitos eram completamente diferentes. O árabe foi falado ao mesmo tempo que o latim (romanço). As influências lingüísticas árabes se limitam ao léxico no qual os empréstimos são geralmente reconhecíveis pela sílaba inicial al- correspondente ao artigo árabe. Embora bárbaros e árabes tenham permanecido muito tempo na península, a influência que exerceram na língua foi pequena, ficou restrita ao léxico, pois o processo de romanização foi muito intenso. Os cristãos, principalmente do norte, nunca aceitaram o domínio muçulmano. Organizaram um movimento de expulsão dos árabes (a Reconquista). A guerra travada foi chamada de "santa" ou "cruzada". Isso ocorreu por volta do século XI. No século XV os árabes estavam completamente expulsos da península. Durante a Guerra Santa, vários nobres lutaram para ajudar D. Afonso VI, rei de Leão e Castela. Um deles, D. Henrique, conde de Borgonha, destacou-se pelos serviços prestados à coroa e por recompensa recebeu a mão de D. Tareja, filha do rei. Como dote recebeu o Condado Portucalense. Continuou lutando contra os árabes e anexando novos territórios ao seu condado que foi tomando o contorno do que hoje é Portugal. D. Afonso Henriques, filho do casal, funda a Nação Portuguesa que fica independente em 1143. A língua falada nessa parte ocidental da Península era o galego-português que com o tempo foi diferenciando-se: no sul, português, e no norte, galego, que foi sofrendo mais influência do castelhano pelo qual foi anexado. Em 1290, o rei D. Diniz funda a Escola de Direitos Gerais e obriga em decreto o uso oficial da Língua Portuguesa.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Dom da Paz

Em homenagem aos 101 que Do Helder Camâra faria hoje.


nvocação à Mariama

Mariama, Nossa Senhora, mãe de Cristo e Mãe dos homens!
Mariama, Mãe dos homens de todas as raças, de todas as cores,
de todos os cantos da Terra.
Pede ao teu filho que esta festa não termine aqui, a marcha final vai ser linda de viver.
Mas é importante, Mariama,
que a Igreja de teu Filho não fique em palavra, não fique em aplauso.
Não basta pedir perdão pelos erros de ontem.
É preciso acertar o passo de hoje sem ligar ao que disserem.
Claro que dirão, Mariama, que é política, que é subversão.
É Evangelho de Cristo, Mariama.
Claro que seremos intolerados.
Mariama, Mãe querida,
problema de negro acaba se ligando com todos os grande problemas humanos.
Com todos os absurdos contra a humanidade, com todas as injustiças e opressões.
Mariama, que se acabe, mas se acabe mesmo a maldita fabricação de armas.
O mundo precisa fabricar é Paz. Basta de injustiça!
Basta de uns sem saber o que fazer com tanta terra
e milhões sem um palmo de terra onde morar.
Basta de alguns tendo que vomitar para comer mais
e 50 milhões morrendo de fome num só ano.
Basta de uns com empresas se derramando pelo mundo todo
e milhões sem um canto onde ganhar o pão de cada dia.
Mariama, Senhora Nossa, Mãe querida,
nem precisa ir tão longe, como no teu hino.
Nem precisa que os ricos saiam de mãos vazias e o pobres de mãos cheias.
Nem pobre nem rico.
Nada de escravo de hoje ser senhor de escravo de amanhã.
Basta de escravos.
Um mundo sem senhor e sem escravos. Um mundo de irmãos.
De irmãos não só de nome e de mentira.
De irmãos de verdade, Mariama.